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Pai e filho são encontrados mortos no Bairro Mosqueiro em Aracaju

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Policial civil, matou o filho e se matou em seguida, diz família.
Corpos de pai e filho estão sendo velados no Centro da capital.

Denise Gomes e Marina Fontenele Do G1 SE

Pai e filho foram encontrados mortos em uma via do Povoado Areia Branca, no Bairro Mosqueiro, na Zona Sul de Aracaju (SE), na noite desta quinta-feira (20). Ambos tinham perfurações de tiros na região da cabeça e segundo familiares, o pai, de 57 anos, que era policial civil e estaria sofrendo de depressão, teria atirado contra o filho, de 25 anos, e se matado em seguida.

Policiais civis e militares, além de agentes da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), estiveram no local. A arma utilizada no crime foi recolhida pela polícia e passará por perícia. Segundo o tenente-coronel Jackson Nascimento, do Comando de Policiamento Militar da Capital, informou que todas as provas materiais foram recolhidas pelos peritos. “Agora só nos resta aguardar os resultados da perícia técnica, para que a Polícia Civil possa elucidar este crime”, disse.

De acordo com o irmão do policial, Francisco Costa, ele era uma pessoa muito querida por todos e há cerca de 20 dias estava apresentando um comportamento estranho. “Ele era bastante calmo e gostava de reunir a família em sua casa. Ainda não sabemos o que teria motivado meu irmão a cometer esse crime”, afirmou.

Ainda de acordo com Fernando, seu irmão teria convidado o filho para dar um passeio e assim que os dois saíram de casa ele teria sacado a arma e efetuado os disparos. “Acreditamos que ele já planejava se matar e para que o filho, seu preferido, não sofresse decidiu então tirar a vida dele também”, informou.

Uma carta de despedida foi encontrada pela polícia em um dos bolsos do policial civil. Nela, ele explicaria os motivos do crime e também pediria à família que cuidasse de suas duas filhas, uma de 02 anos e outra de 22. De acordo com a delegada Thereza Simony, que é responsável pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o conteúdo da carta não foi analisado profundamente.

“Nesta carta de despedida ele pediu perdão aos familiares e também que esses dessem assistência às suas duas filhas. Além disso, detalhou algumas possíveis razões para ter cometido o crime”, destacou a delegada.

Os corpos estão sendo velados na Rua Itaporanga, no Centro da capital, e o sepultamento será realizado às 17h no Cemitério São João Batista.

 

 
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